O tratamento de efluentes onsite é indicado para instituições que precisam ter uma central de tratamento própria instalada em suas dependências. A manutenção dos sistemas e o monitoramento constante dos procedimentos, então, são realizados por parceiros técnicos especializados.

Acompanhe este artigo para conhecer os principais processos deste tipo de tratamento e seus desafios para a indústria.

Tratamento de efluentes onsite: quais são os principais processos?

Confira os principais modelos de processos para o tratamento de efluentes onsite:

Modelos BOT e BOO

Nesses casos, a contratante é responsável pelo desenvolvimento do projeto, desde a implantação das ETEs até a operação e a manutenção dos serviços, bem como as análises químicas, a gestão de insumos e o descarte de resíduos líquidos ou sólidos.

A diferença entre estes modelos é a destinação do ativo. No BOT (Build, Operate & Transfer), a planta é transferida ao cliente e no BOO (Build, Operate & Own), a contratada se torna dona da ETE após o término do contrato.

Modelos AOT e AOO

Esses modelos permitem a obtenção de recursos financeiros a partir da ETE com a aquisição de sistemas já existentes. A empresa, então, passa a ser responsável pelas operações e pela manutenção do ativo após o término do contrato. 

A diferença entre a AOT (Acquire, Operate & Transfer) e a AOO (Acquire, Operate & Own) é que, na primeira, o cliente se torna proprietário do ativo, enquanto na segunda ele passa a pertencer à empresa prestadora de serviços.

Modelo O&M

O modelo O&M (Operation & Maintenance) envolve a prestação de serviços operacionais e de manutenção em sistemas já existentes, ou seja, não prevê a construção de uma nova ETE.

Além de operar, realizar as manutenções devidas e descartar os efluentes, a empresa contratada também monitora os sistemas e pode apoiar a gestão e o controle ambiental.

Tratamento de efluentes onsite: quais são os desafios para a indústria?

Os desafios para a garantia de qualidade do tratamento de efluentes incluem performance inadequada, desperdício de recursos e aumento de despesas indevidas.

Para evitar estes e outros problemas, é preciso estar atento à manutenção dos equipamentos da estação de tratamento de efluentes e realizar avaliações esporádicas de toda a infraestrutura.

As atividades de monitoramento preventivas e corretivas devem considerar aspectos como:

  • cloro e cloroamoniação;
  • níveis de turbidez;
  • nível de pH;
  • oxigênio dissolvido;
  • sólidos sedimentáveis; 
  • temperatura.

As atividades operacionais também devem receber atenção especial e a equipe técnica precisa ser treinada de forma adequada a fim de desempenhar suas tarefas com eficiência e segurança.

A Okena oferece soluções personalizadas para o tratamento de efluentes onsite, com suporte de um time de especialistas. A certificação como Empresa B atesta a aplicação das melhores práticas de proteção ambiental.

Conheça as soluções da Okena e entenda como elas ajudam a sua empresa a realizar o tratamento de efluentes de forma segura, mantendo processos com alto padrão de qualidade nas ETEs.