Cuidados com o efluente gerado na produção de cosméticos

Nos últimos anos, as indústrias de higiene pessoal e de cosméticos estão crescendo consideravelmente, por conta da diversidade de produtos oferecidos e do aumento na demanda. Como resultado desse crescimento, aumentou também a preocupação em relação
aos efluentes gerados e aos impactos que eles causam no meio ambiente, tanto para as empresas do setor quanto para os órgãos fiscalizadores.
Tratar e destinar de forma correta os efluentes obtidos de processos de produção de
cosméticos além de ser uma questão de responsabilidade ambiental, faz parte de uma
determinação legal que deve ser cumprida em conformidade com as leis. E cumprir as normas
ambientais nem sempre é algo simples, pois demanda uma série de competências técnicas.

Substâncias comumente encontradas em resíduos cosméticos

O tipo de efluente gerado nos processos produtivos das indústrias de cosméticos vai depender
basicamente das matérias primas que são utilizadas na fabricação dos produtos. Como a
indústria trabalha com uma vasta gama de produtos, há a geração de efluentes com diversas
características e composições.

Os elementos mais encontrados em efluentes oriundos de empresas desse setor são:

Óleos

Os óleos são substâncias classificadas como hidrofóbicas e lipofílicas, ou seja, possuem baixa
solubilidade em água e por isso são resistentes à biodegradação. Quando são descartados de
maneira incorreta, efluentes oleosos podem contaminar corpos d’água, como mananciais e
rios, que são muitas vezes utilizados para o abastecimento público, além de causar problemas
à vida aquática.

Sulfetos

Geralmente, os sulfetos são resultados de processos de produção de tinturas. Eles apresentam
odor desagradável e toxicidade, pois são compostos inorgânicos de enxofre. Sua solubilidade
em água é extremamente baixa, com exceção dos sulfetos formados por metais alcalinos,
alcalino terrosos e amônio.

Despejos amoniacais

Resíduos dessa natureza contém sais amoniacais, provenientes do amoníaco, um gás incolor e
de odor desagradável, mas que se dissolve na água facilmente. Esse tipo de resíduo em
excesso pode alcalinizar em meio líquido e assim, em meio alcalino, a amônia apresenta-se
majoritariamente em sua forma não ionizada, que é tóxica, sendo necessária a neutralização e
tratamento correto antes do descarte.

Tensoativos

Também conhecidos como surfactantes, os tensoativos são moléculas que possuem estruturas
químicas com duas regiões de diferentes afinidades, uma parte hidrofílica, que interage com a
água, e outra parte hidrofóbica, que tende a repelir a água, essas moléculas também são
chamadas de anfifílicas. Graças a essa característica, os tensoativos são resistentes à
biodegradação. A maior parte dos tensoativos utilizados atualmente são sintéticos e fabricados
a partir do petróleo.

Quando descartados em rios após sua utilização, os surfactantes podem causar um
desequilíbrio no sistema aquático, visto que, essas substâncias formam uma camada fina e
isolante na água, dificultando a oxigenação e interferindo em sua qualidade.

Fosfatos e poli fosfatos

Essas substâncias representam um grupo de compostos derivados do elemento químico
fósforo. O fosfato mais utilizado pelas indústrias de cosméticos é o fosfato de sódio
dodecahidratado, que podem ser encontrados na formulação de detergentes e limpadores.
Efluentes que contenham fósforo devem ser tratados adequadamente antes de serem
descartados em rios, pois, altas concentrações dessa substância em rios e mares causam a
eutrofização, que é o crescimento excessivo de algas e plantas aquáticas, gerando um
desequilíbrio de pH e grandes oscilações na concentração de oxigênio dissolvido, o que pode
ser letal para a vida aquática.

Diversidade dos efluentes gerados em indústrias de cosméticos

Indústrias de cosméticos utilizam uma grande variedade de substâncias em sua produção,
resultando em uma imensa diversidade de efluentes gerados. Por esse motivo, é essencial
analisar, classificar e quantificar esses resíduos, para que ele seja armazenado, manuseado e
tratado da forma mais adequada possível, atendendo as leis ambientais.

O tratamento dos efluentes

Efluentes derivados da produção de cosméticos e produtos de higiene pessoal são compostos
com elementos que tornam seu tratamento mais difícil.
Para realizar o tratamento, as indústrias possuem duas alternativas:

    • Onsite: que consiste na construção de uma ETE (Estação de Tratamento de Efluentes)
      nas instalações da empresa geradora do efluente. Essa opção gera uma série de
      exigências que devem ser levadas em conta: além do espaço que a ETE vai demandar,
      a empresa deve contratar mão de obra qualificada, realizar monitoramento constante
      nas instalações para checar se os parâmetros do tratamento estão dentro do que a lei
      propõe, gerando custos extras, como gastos com análises laboratoriais. Mesmo que a
      empresa faça manutenções regularmente, a ETE pode ter vazamentos e ocasionar na
      contaminação de outras áreas.
    • Offsite: todo o tratamento do efluente é terceirizado através da contratação de uma
      empresa especializada. Esse método é indicado para empresas que não possuem
      espaço para instalação da ETE, não tem orçamento ou não querem despesas com a
      construção e operação da Estação de Tratamento ou para indústrias que geram um
      baixo volume de efluentes. Outra vantagem do tratamento offsite é que sua indústria
      não precisa se preocupar com questões legais e burocráticas, uma vez que a empresa
      contratada oferece todo suporte nessa etapa.

Nós podemos te ajudar

A Okena possui todas as certificações, licenças e estrutura necessárias para tratar o efluente
gerado por sua empresa. Fale com nossa equipe para encontrar a solução ideal para você.

Problemas no tratamento de efluentes para empresas em lay off

Problemas no tratamento de efluentes para empresas em lay off

Em tempos de quarentena, por conta da pandemia de Covid-19, muitas empresas entraram em lay off. Durante este período, as indústrias suspendem os contratos ou diminuem as jornadas de trabalho de seus funcionários para reduzirem os possíveis impactos da desaceleração econômica, recorrente em períodos de crise. Essa é uma alternativa prevista em lei para evitar que as empresas demitam seus funcionários.

Porém, essa ação pode trazer problemas em outros setores, como a continuidade da operação das ETEs (Estações de Tratamento de Efluentes Biológicas) que as empresas possuem. Com um número reduzido de funcionários, a quantidade de matéria orgânica enviada à ETE diminui drasticamente, uma vez que reduz não só a geração de esgoto sanitário, mas também o efluente industrial com carga orgânica (biológico), por conta da diminuição da produção, e essa carga orgânica é essencial para o tratamento biológico, pois atua como alimento, nutrindo o sistema.

Como a falta de matéria orgânica afeta o tratamento biológico?

O sistema de tratamento biológico de efluentes industriais funciona a partir da ação de microrganismos. Ou seja, para uma estação de tratamento biológico operar é fundamental que se tenha matéria orgânica e nutrientes em uma proporção correta e equilibrada.

No caso de haver uma redução drástica de carga orgânica, o tratamento biológico torna-se inviável e a consequência mais grave é a perda da cultura de microrganismos. Pois, da mesma forma que eles se multiplicam em um ambiente rico em matéria orgânica, eles se degradam sem essa carga e repor a microbiota de um tanque de tratamento biológico é trabalhoso e demanda alguns meses.

Quando essa escassez de matéria orgânica atinge uma empresa que possui uma estação de tratamento biológica, as chances de tratar seu efluente com eficiência são muito baixas e muitas vezes, a única opção que resta é parar a linha de tratamento e armazenar o efluente. Entretanto, se a crise que afetou a estação de tratamento for de longo prazo, isso poderá ocasionar outros problemas, como a falta de espaço para continuar armazenando o efluente gerado e um forte mau cheiro, caso o sistema entre em colapso.

Se a empresa não consegue tratar o efluente em sua estação, tampouco ela pode descartar o esgoto em corpos d’água sem nenhum tratamento. Pois, além de cometer um crime ambiental com sérios danos ao meio ambiente, isso pode ter graves consequências legais para a empresa.

Portanto, se uma estação de tratamento de efluentes deixa de funcionar por qualquer motivo, para evitar que se gere uma série de prejuízos financeiros e impactos ambientais e sociais, a empresa deve buscar uma alternativa segura e confiável.

Terceirizar pode ser uma ótima opção

Uma solução altamente viável para empresas que decretaram lay off ou tiveram uma redução em sua produção e estão com dificuldades na manutenção da ETE, é terceirizar todo o processo, enviando todo o efluente gerado, ou que está armazenado em sua planta, para uma empresa de tratamento de efluentes offsite.

No tratamento offsite, a empresa especializada contratada se encarrega da coleta, transporte, tratamento e destinação final adequada destes efluentes. Ao final do processo, o cliente recebe um Certificado de Destinação, que garante que o volume recebido foi tratado e descartado corretamente.

Além de ser a melhor solução em situações de emergência, contratar uma empresa offsite para tratar seus efluentes é ideal em casos como:

  • Limitações de espaço: quando a empresa geradora do efluente não possui espaço físico que toda a estrutura da ETE demanda.
  • Efluentes de alta complexidade: por conta de suas características e da composição, alguns efluentes necessitam de uma estrutura avançada para o tratamento. Nesses casos, o mais recomendado é enviar o resíduo para tratamento externo, uma vez que os custos de aquisição e operação de uma Estação de Tratamento própria podem ser muito altos.
  • Limitações de destinação: em função da localização e da ausência de corpo d’água receptor ou da impossibilidade de utilizar o mesmo por conta de sua classificação restritiva, algumas empresas não possuem opções para o descarte de seus efluentes dentro das normas ambientais e a melhor solução que possuem é encaminhar para uma empresa terceirizada realizar o tratamento final e o descarte.
  • Serviços temporários: outras empresas já operam uma ETE própria, mas necessitam do tratamento offsite em ocasiões pontuais, como, por exemplo, uma manutenção ou falhas técnicas que obrigam a paralisação da estação de tratamento. Uma outra situação que pode ocorrer é a necessidade de terceirizar o tratamento de efluentes por um período porque as documentações junto aos órgãos ambientais ainda não estão aprovadas e, para que a empresa não tenha que suspender as operações, o offsite é uma excelente alternativa.

Como a Okena pode te ajudar?

A Okena é uma empresa especializada no tratamento offsite com mais de uma década de experiência. Todos os efluentes coletados por nós passam pelos tratamentos físico-químico e biológico. Além disso, coletamos, tratamos e destinamos efluentes com as mais diversas características e complexidades.

Oferecemos soluções personalizadas para o tratamento adequado do seu efluente e damos todo o suporte que sua empresa necessita, desde a emissão de certificados e documentos até o agendamento para a coleta do efluente.

Para garantir que seu efluente terá tratamento e destinação dentro das normas ambientais, recomendamos que contrate uma empresa certificada e experiente.

Fale conosco e encontre a solução ideal para sua empresa.

ETE com problemas ou baixo desempenho

ETE com problemas ou baixo desempenho

O que fazer quando sua ETE tem baixo desempenho?

Há uma série de opções para empresas tratarem seus efluentes industriais, mas como agir em caso de Estação de Tratamento de Efluentes própria com baixo desempenho?
A melhor escolha depende de diversos fatores, como: características do efluente, volume, complexidade do tratamento, entre outras.

Como manter uma ETE (Estação de Tratamento de Efluentes)?

Uma ETE (Estação de Tratamento de Efluente) possui inúmeras exigências e responsabilidades.

Para a ETE funcionar sem problemas ou paradas, é necessário conhecimento, manutenção e treinamento constante, licenças e documentação, além de análises laboratoriais e custos indiretos, como horas de pessoas altamente qualificadas. Esses custos raramente são considerados na hora de se adquirir uma ETE. Afinal, todas as etapas de tratamento e descarte adequado são de responsabilidade das empresas geradoras dos efluentes até seu destino final.

Além disso, existem alguns imprevistos e potenciais riscos que a gente não leva em consideração na hora da escolha, isso pode comprometer o atingimento de parâmetros de lançamento, colocando em risco toda operação da empresa. Estes são alguns exemplos:

  • Uma nova matéria-prima que muda as características dos efluentes
  • A falha num equipamento
  • Picos de vazão e sobrecargas hidráulicas
  • A dosagem incorreta de reagentes
  • A falha de um operador
  • Variações de carga
  • Algum acidente que interrompe a operação da ETE
  • E muitos outros imprevistos

As situações citadas acima podem gerar algumas consequências, como:

  • Interrupções nas operações para manutenção, gerando impactos na produção
  • Não enquadramento do efluente tratado nos parâmetros de lançamento, podendo atrair a atenção da fiscalização ou gerar danos ao Meio Ambiente

Para que os efluentes sejam tratados com qualidade e eficiência, a ETE precisa de certos cuidados básicos, prestando atenção a alguns parâmetros e condições, como: pH, DQO/DBO, metais, oxigênio dissolvido, sólidos sedimentáveis, turbidez, cloroamoniação, temperatura, entre outros elementos.

Uma ETE com baixo desempenho causa um desperdício de recursos utilizados no tratamento dos efluentes e gera gastos excessivos para empresa. Deste modo, uma escolha que deveria ser uma solução para os resíduos da indústria, torna-se um problema que causa prejuízos.

O que fazer quando a Estação de Tratamento de Efluentes própria se torna inviável?

Quando uma ETE, por algum motivo, não está operando a contento, ela deixa de ser viável e a solução offsite pode ser uma alternativa.
O tratamento de efluentes offsite é uma opção eficiente, segura e rápida para atender às leis ambientais e resolver o problema. Nele, a única preocupação que sua indústria terá é escolher a empresa especializada e agendar o dia de recolhimento da coleta do seu efluente, pois todas as outras etapas serão de responsabilidade da Okena.

Inicialmente, coletaremos uma amostra de seu efluente para análise de tratabilidade e precificação e para determinar o tipo de tratamento mais adequado. Em seguida, o efluente será transportado até a Okena para realização do procedimento. Após o tratamento e destinação corretos, um certificado será emitido para que você possa comprovar que seu efluente foi tratado e legalmente descartado.

Optando pelo tratamento offsite, sua empresa não precisa mais se preocupar com licenças, operação, manutenção, análises laboratoriais, compra e estoque de reagentes, logísticas e destinação de lodos de ETE, tempo de pessoas-chave, tanques para armazenar efluentes brutos e tratados, espaço para armazenar lodo de ETE, problemas de enquadramento de parâmetros e dificuldades de tratamento.

Portanto, mesmo que sua empresa tenha uma ETE própria, é ideal que você mantenha ao menos uma alternativa de tratamento offsite, caso ocorra algum imprevisto. Para isso, sugerimos que mantenha um contrato e CADRI ativos com a Okena.

Legislação e responsabilidade

No Brasil, cada estado conta com uma instituição que será responsável pela fiscalização ambiental. Em São Paulo, a agência que supervisiona o descarte e emite os documentos necessários é a CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e a autorização se dá através da emissão do CADRI (Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental), indispensável para a terceirização de tratamento de efluentes industriais perigosos. O prazo que a CETESB leva para analisar o processo e emitir o CADRI é entre 30 e 60 dias, por isso, é recomendado que sua empresa mantenha o CADRI ativo, para poder continuar realizando o tratamento de seus efluentes sem interrupções e dentro das normas e leis ambientais.

Benefícios da terceirização

A Okena oferece todo suporte para solicitação e emissão de documentos legais necessários para o envio de efluentes para tratamento.

A responsabilidade pelo tratamento e destino dos efluentes industriais é de responsabilidade do gerador dos efluentes. Por este motivo, certifique-se de que sua escolha lhe oferece segurança e garantias. A Okena possui seguros que garantem que sua empresa não será responsabilizada, civil ou criminalmente, por eventuais danos ambientais.

Além de todas as licenças e documentos necessários para tratar seu efluente com o máximo de segurança, a Okena tem experiência. São mais de 10 anos no mercado de tratamento de efluentes offsite. Com um atendimento humanizado, nossa equipe está preparada para encontrar a melhor solução para seu negócio.

Contratar uma empresa especializada para tratar seus efluentes elimina uma série de questões técnicas que podem gerar preocupações. Com isso, você pode concentrar esforços em outras áreas de negócios que merecem total atenção e sua companhia pode se tornar melhor para seus colaboradores, clientes, pessoas que estão ao seu redor e para o meio ambiente, gerando um impacto positivo na natureza.

Quer saber mais sobre tratamento offsite de efluentes? Fale com a nossa equipe.

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Dificuldades no tratamento de efluentes durante a crise

Dificuldades no tratamento de efluentes durante a crise

Dificuldades no Tratamento de Efluentes durante a Crise

Estamos vivendo um momento atípico. Ninguém havia se preparado para essa situação. Mas uma coisa é certa, a pandemia do Covid-19 nos mostra que precisamos da ajuda uns dos outros para sobrevivermos a essa crise.
A forma como estamos enfrentando os desafios desse período vai contribuir diretamente para a recuperação da saúde, economia e moral da humanidade.

Por experiência sabemos que você pode estar encontrando problemas na sua ETE.

Sistemas de tratamento biológico comprometidos pela falta de efluente sanitário

Com o início da crise, muitas empresas concederam férias coletivas ou reduziram drasticamente o número de funcionários para garantir a segurança de todos. Isso resultou em uma diminuição significativa de resíduos com matéria orgânica, que é fundamental para o tratamento biológico de efluentes. Uma vez que os microrganismos dependem dessa carga para agir, a consequência disso é: a microbiota presente nos tanques reatores de tratamento biológico é afetada e torna todo o processo instável ou até inviável.

Operação prejudicada pela falta de mão de obra qualificada para operar sua ETE

Outras empresas precisaram afastar os funcionários que se enquadram no grupo de risco, e alguns deles eram responsáveis, ou parte fundamental do funcionamento da Estação de Tratamento de Efluentes. Como a pandemia exigiu ações rápidas por parte das indústrias, eles não tiveram tempo de treinar outras pessoas para substituí-los, o que gerou outro grande problema, falta de colaboradores capacitados na operação das estações de tratamento de efluentes.

Geração de efluentes com características diferentes da usual para lavagem e desinfecção

Algumas fábricas aproveitaram a parada para realizar limpezas, pois muitas áreas são difíceis de higienizar, seja pela alta circulação de funcionários ou pelo excesso de demanda de trabalho, que dificulta as paralizações de manutenção. Limpezas dessa natureza também geram um grande volume de efluentes que precisam ser tratados e podem ser incompatíveis com as Estações de Tratamento de Efluentes instaladas.

Como podemos te ajudar a resolver esses problemas?

Se sua indústria possui ETE própria e não está conseguindo tratar seu efluente adequadamente ou gerou uma quantidade de resíduo excepcional, existem algumas soluções temporárias para resolver essas questões emergenciais.
Uma delas é o tratamento de efluentes offsite. Ou seja, sua empresa contrata uma especialista, que dará todo suporte necessário para coletar e tratar seu efluente o mais rápido possível. Sem preocupação, nem burocracia e estamos oferencendo condições especiais, em decorrência da pandemia de Covid-19, é a forma que encontramos de oferecer o que temos de melhor.
Em tempos tão difíceis, conte com a gente.

Porque nascemos para fazer parte da solução e não do problema, nem da paisagem.

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