MTR CETESB: Como Emitir o Manifesto de Transporte de Resíduos

MTR CETESB: Como Emitir o Manifesto de Transporte de Resíduos

Um dos pontos críticos na gestão de efluentes industriais é o transporte, que deve seguir as normas estabelecidas pelas autoridades ambientais e pelos Governos Municipais, Estaduais e Federal. Neste artigo, trouxemos as principais informações sobre o MTR CETESB, documento obrigatório para a realização desse tipo de atividade no estado de São Paulo. Confira!

O que é o MTR CETESB?

O MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos) é um documento para atestar que a destinação dos resíduos segue todas as normas e legislações vigentes. Ele tem uma numeração para facilitar o monitoramento do processo pelas agências reguladoras nacionais e estaduais.

Em São Paulo, a fiscalização é feita pela CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), que gerencia as informações referentes ao fluxo de resíduos para assegurar que ele seja realizado por empresas licenciadas. O MTR, portanto, é um dos instrumentos que garante o encaminhamento correto dos efluentes industriais.

Quem tem que emitir o MTR CETESB?

Segundo o art. 20 da Lei Federal 12.305/2010, a emissão do MTR é uma obrigação do gerador de resíduos responsável por elaborar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Como emitir o MTR CETESB?

A emissão do MTR Cetesb deve ser feita pelo Sigor (Sistema Estadual de Gerenciamento Online de Resíduos Sólidos) e é necessário inserir os seguintes dados:

  • CNPJ;
  • descrição do resíduo;
  • volume total de resíduos em metros cúbicos (m³);
  • peso dos resíduos em quilos (kg);
  • tipo de resíduo;
  • identificação do gerador;
  • identificação do transportador (data agendada para coleta e dados no veículo e do motorista);
  • identificação do receptor responsável pela destinação final do resíduo.

Como a plataforma é integrada ao Sinir (Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos), os dados são compartilhados de forma automática. Vale destacar que há quatro tipos de MTR:

  • MTR Complementar, que deve ser gerado pelo armazenador temporário e acompanhar o transporte até a destinação final; 
  • MTR Importação, utilizado para o transporte de resíduos gerados em outros países e trazidos para o Brasil;
  • MTR Exportação, utilizado para o transporte de resíduos exportados a outros países;
  • MTR Provisório, que é preenchido manualmente e utilizado apenas quando os sistemas online estão indisponíveis

Como agilizar a emissão do MTR e outros documentos?

Muitas empresas demoram a se adaptar à legislação sobre tratamento de efluentes e perdem oportunidades de negócios por conta da dificuldade para lidar com questões técnicas e burocráticas no dia a dia. A solução é contar com parceiros especializados para executar essas tarefas.

A Okena oferece soluções personalizadas para tratamento, transporte e destinação de efluentes industriais e tem uma equipe de especialistas para auxiliar na emissão do MTR CETESB e dos demais documentos obrigatórios na gestão de efluentes, como o CADRI.

Quer adequar o tratamento de efluentes aos mais altos padrões de qualidade e segurança? Conheça as soluções da Okena para seu negócio!

Como fazer o tratamento de água industrial com eficiência?

Como fazer o tratamento de água industrial com eficiência?

O investimento na melhoria contínua do tratamento de água industrial é indispensável não apenas para obedecer à legislação vigente, mas também para reduzir o impacto ambiental causado pela operação da empresa. Além disso, o aperfeiçoamento desse processo permite otimizar os custos de produção e obter mais eficiência hídrica, autonomia e economia.

Continue lendo este artigo para saber quais são as melhores práticas para o tratamento de água industrial que o seu negócio pode adotar!

Três boas práticas para tornar o tratamento de água industrial mais eficiente

Conheça três ações que podem melhorar a eficiência desse processo na sua indústria:

Análises laboratoriais:

As análises laboratoriais podem ser químicas, físico-químicas, orgânicas, microbiológicas e hidrobiológicas. Por meio de amostragens da água industrial, elas ajudam a caracterizar e a monitorar o tipo de efluente gerado, a fim de definir o melhor método de tratamento. Para isso, as análises laboratoriais envolvem etapas como:

  • captação;
  • adução;
  • coagulação química;
  • floculação química;
  • decantação;
  • filtragem;
  • desinfecção;
  • reservação.

Alinhamento com as normas técnicas nacionais e estaduais:

Criado inicialmente em 1934, o Código das Águas foi atualizado pela Lei 9.433/97 e determina regras e padrões de qualidade para o tratamento de águas industriais.

Em São Paulo, o Decreto Estadual 8468/76 estabelece diretrizes para lançamento direto e indireto no corpo receptor de efluentes. Além disso, as normas técnicas estabelecidas pela CETESB são condição para a obtenção do CADRI, o Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental.

Manutenção adequada da ETE – Estação de Tratamento de Esgoto

A manutenção adequada de uma estação de tratamento de esgoto é um aspecto muito importante, já que garante a segurança da força de trabalho, a continuidade operacional e reduz o número de paradas não programadas.

Além disso, a manutenção da ETE também diminui custos relacionados a compras de materiais urgentes e a horas extras emergenciais, aumentando a durabilidade de instalações e equipamentos. No entanto, garantir o pleno funcionamento da estação de tratamento de efluentes exige a contratação de uma equipe qualificada e gera custos elevados. 

Uma vez que o tratamento de águas industriais é uma necessidade, muitas empresas optam pela terceirização do serviço de processamento de efluentes para manter essa operação e atender às legislações.

A Okena oferece soluções personalizadas para diversos segmentos industriais, com opções de tratamentos Onsite e Offsite! Nossa equipe ajuda sua empresa a se adequar à legislação, além de realizar as atividades de coleta, transporte, tratamento e descarte de resíduos.

Entenda a importância do Sigor para o monitoramento de resíduos industriais

Entenda a importância do Sigor para o monitoramento de resíduos industriais

Seguir à risca as disposições legais sobre a gestão de resíduos é um dos principais desafios das indústrias, que precisam se adaptar a uma série de normas técnicas e burocráticas. Neste artigo, reunimos algumas das dúvidas mais frequentes sobre o Sigor, um dos sistemas de monitoramento utilizados no estado de São Paulo. Confira!

O que é o Sigor?

A sigla Sigor se refere ao Sistema Estadual de Gerenciamento Online de Resíduos Sólidos. Trata-se de uma ferramenta instituída no estado de São Paulo em 2014 pelo Decreto Estadual nº 60.520. Seu objetivo é auxiliar no monitoramento da gestão de resíduos sólidos desde a geração até a destinação final, incluindo as atividades de transporte.

A implementação da plataforma é de responsabilidade da Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo e da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), que gerenciam as informações referentes ao fluxo de resíduos para assegurar que empresas licenciadas/legalizadas executem a destinação dos efluentes de forma adequada.

Qual é a importância do Sigor?

Todas as empresas localizadas no estado de São Paulo devem utilizar o Sigor para emitir o MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), um dos documentos obrigatórios para o tratamento de efluentes industriais

Qual é a diferença entre Sigor e Sinir?

Enquanto o uso do Sigor se aplica a empresas atuantes no estado de São Paulo, o Sinir (Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos) é seu equivalente a nível nacional. Os dois sistemas são integrados, portanto, todas as informações adicionadas pela sua empresa no Sigor vão para o Sinir automaticamente.

Segundo a CETESB, as duas plataformas são praticamente idênticas, mas o Sigor tem algumas adequações específicas de acordo com as normas estaduais. Uma delas é a possibilidade de incluir dados do CADRI, do Parecer Técnico e do código ABNT para cada resíduo incluído no MTR. 

Por enquanto esse é um recurso opcional, mas que deve se tornar obrigatório no futuro. Essa informação consta no guia rápido disponibilizado pela própria CETESB.

Como agilizar a emissão do MTR e outros documentos?

Muitas empresas demoram a se adaptar à legislação sobre tratamento de efluentes e perdem oportunidades de negócios por conta da dificuldade para lidar com questões técnicas e burocráticas. A solução é contar com parceiros especializados para executar essas tarefas.

A Okena oferece soluções personalizadas para tratamento, transporte e destinação de efluentes industriais e tem uma equipe de especialistas para auxiliar na emissão do MTR e do CADRI, além de fornecer todo o suporte no dia a dia da gestão de resíduos.

Quer adequar o tratamento de efluentes aos mais altos padrões de qualidade e segurança? Conheça as soluções da Okena para seu negócio!

Como fazer o tratamento de efluentes na indústria de alimentos e bebidas

Como fazer o tratamento de efluentes na indústria de alimentos e bebidas

Os processos para o tratamento de efluentes na indústria de alimentos e bebidas devem se adequar a uma série de parâmetros técnicos e leis de abrangência municipal, estadual e nacional. Neste artigo, você vai saber mais sobre os métodos aplicados nesse segmento e como assegurar uma gestão eficaz na sua empresa. Confira!

Quais são as modalidades de tratamento de efluentes na indústria de alimentos e bebidas?

A escolha do método mais adequado para tratar os efluentes gerados pela indústria de alimentos e bebidas exige uma análise criteriosa. As duas principais modalidades são:

Tratamento físico-químico

Este tipo de tratamento remove os poluentes presentes nos resíduos por meio da adição de produtos químicos. O efluente bruto passa por uma análise laboratorial e os testes de tratabilidade determinam o tipo de reator ideal para quebrar emulsões ou coagular as impurezas. 

Depois, os efluentes passam por processos de decantação e filtração para até que estejam livres de contaminantes. O lodo resultante dessas etapas passa por um processo de co-processamento e deságue.

Tratamento Biológico

O tratamento biológico é uma solução para tratar efluentes biodegradáveis. Ele é realizado por meio da exposição do material a microorganismos. Essa modalidade se divide em duas categorias:

  • tratamento biológico aeróbio, em que os microorganismos dependem de oxigenação constante;
  • tratamento biológico anaeróbio, em que os microorganismos não dependem de oxigenação. 

A Okena opta sempre pelo tratamento aeróbio, que é mais rápido e não emite gases poluentes. Muitas vezes os tratamentos físico-químico e biológico são aplicados em conjunto para garantir os melhores resultados. 

Como otimizar a gestão do tratamento de efluentes na na sua empresa?

As questões técnicas figuram entre os principais entraves para a adaptação da indústria de alimentos e bebidas à legislação sobre tratamento de efluentes. A melhor maneira de superar esse desafio é contar com o apoio de especialistas e a escolha do parceiro ideal nesse trabalho deve considerar aspectos como:

  • reconhecimento das autoridades ambientais e licenças de operação;
  • adoção de boas práticas de prevenção contra impactos ambientais;
  • garantia de adequação às leis, regulamentos e normas técnicas vigentes.

Conheça a Okena

A Okena oferece soluções personalizadas para tratamento de efluentes na indústria de alimentos e bebidas. Nosso time de especialistas presta suporte completo em todas as etapas e agiliza a emissão de documentos como MTR e CADRI.

Nossa planta, localizada de forma estratégica em Itapevi-SP, permite o atendimento a parceiros em todo o estado de São Paulo para coleta, tratamento e destinação de efluentes industriais de alta e baixa complexidade. Além disso, contamos com certificado de Empresa B, que atesta a aplicação das melhores práticas de proteção ambiental.

Quer saber mais? Conheça as soluções da Okena e otimize a gestão de resíduos da sua empresa de acordo com os mais rigorosos padrões de qualidade e segurança.

Sistema de Gestão Ambiental (SGA): Como Implementar na sua Empresa

Sistema de Gestão Ambiental (SGA): Como Implementar na sua Empresa

A preocupação global com os impactos gerados pelas atividades econômicas requer uma nova postura por parte das organizações. Para se manter competitiva e se adaptar às novas demandas do consumidor, é essencial desenvolver um Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Entenda melhor o conceito e como implementá-lo.

O que é Sistema de Gestão Ambiental (SGA)?

O Sistema de Gestão Ambiental é uma estrutura organizacional composta por um conjunto de procedimentos recomendados no controle dos impactos ambientais das atividades produtivas. Seu principal objetivo é fazer com que as empresas estabeleçam práticas capazes de conciliar seu crescimento com as necessidades socioeconômicas.

Os benefícios de adotar o SGA na sua empresa incluem:

  • melhoria nos processos produtivos;
  • redução de riscos operacionais e ambientais;
  • melhor uso de recursos energéticos e materiais;
  • redução de custos com matéria prima;
  • controle da geração de resíduos;

Todos os pontos mencionados contribuem para aumentar a competitividade da empresa e ainda abrem inúmeras oportunidades para o chamado marketing verde, que ajuda a melhorar a imagem da marca frente aos consumidores. 

Como implementar o SGA?

A implementação do SGA deve seguir os requisitos da norma ISO 14001, que estabelece padrões internacionais desenvolvidos para apoiar o surgimento de inovações e propor soluções para desafios de escala global. Ela é reconhecida por associações de normalização em mais de 160 países, incluindo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

A estrutura de gerenciamento na implementação da ISO se baseia no conceito de melhoria contínua e é representada pelo ciclo PDCA, composto por quatro etapas:

  1. Plan (Planejar);
  2. Do (Executar);
  3. Check (Monitorar);
  4. Act (Agir).

Essas etapas se sucedem para ajudar a empresa a identificar pontos de melhoria, elaborar planos de ação, monitorar sua execução e promover ajustes quando necessário. A ideia é que, por meio de otimizações constantes, a operação fique cada vez mais próxima da excelência em termos de práticas sustentáveis.

Tais ações também contribuem para o alinhamento da sua empresa em relação aos padrões de produção exigidos pela legislação sobre tratamento de efluentes

Contudo, muitas empresas demoram a se adaptar e perdem oportunidades de negócios por conta da dificuldade para lidar com questões técnicas e burocráticas. Uma possível solução para contar com um Sistema de Gestão Ambiental eficaz é contar com parceiros especializados. 

Quer adequar o tratamento de efluentes da sua empresa aos mais altos padrões de qualidade e segurança? Veja como a Okena ajuda sua empresa com soluções personalizadas!

5 documentos obrigatórios para o tratamento de efluentes industriais

5 documentos obrigatórios para o tratamento de efluentes industriais

A complexidade dos processos de tratamento de efluentes industriais demanda acompanhamento rigoroso. Por isso, as autoridades responsáveis pela fiscalização das leis ambientais exigem uma extensa documentação sobre cada etapa do trabalho. Veja os cinco principais documentos para que sua empresa esteja devidamente habilitada a exercer tais atividades.

1. CADRI

O Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental (CADRI) serve para comprovar a aprovação dos processos de tratamento de efluentes industriais adotados por uma empresa. Em São Paulo, sua emissão é de responsabilidade da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB).

Como explicamos em nosso artigo sobre o que é e como calcular o CADRI, é necessário pagar uma taxa de expedição que leva em conta o volume de efluentes gerado e seu nível de periculosidade. O certificado é obrigatório para indústrias que geram resíduos classe I (perigosos) e classe II A (não inertes).

2. Certificado de Destinação Final

O Certificado de Destinação Final (CDF) é uma declaração de que a disposição final dos resíduos é feita de acordo com a legislação sobre tratamento de efluentes líquidos. Ele também atesta a manutenção dos padrões exigidos pela norma ISO 14.001. O documento é emitido por meio do MTR Online – SINIR.

3. Declaração de Movimentação de Resíduos

Também emitida por meio do MTR Online – SINIR, a Declaração de Movimentação de Resíduos (DMR) registra a quantidade de resíduos gerados, armazenados, transportados e registrados a cada trimestre. 

4. Manifesto de Transporte de Resíduo Perigoso

O Manifesto de Transporte de Resíduo Perigoso (MTR) serve para controlar a expedição de movimentação dos resíduos resultantes do tratamento de efluentes industriais. Ele reúne as informações de caracterização do material transportado e dados sobre as empresas responsáveis pela geração, pelo transporte e pela destinação final.

5. Inventário de Resíduos

Em 2020, a portaria nº 280 do Ministério do Meio Ambiente instituiu o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos. Foi estabelecido que os geradores de resíduos devem reportar informações complementares às já declaradas no MTR até o dia 31 de março de cada ano.

Evidentemente, manter-se em dia com toda essa documentação é um grande desafio para a indústria. Por isso, além de desenvolver soluções personalizadas para estruturar a rotina de coleta, transporte e destinação de efluentes industriais, a Okena ajuda sua empresa a lidar com toda a parte burocrática.

Quer saber mais? Veja como a Okena facilita a gestão de resíduos da sua empresa com tratamentos onsite e offsite!